segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Você obedeceria?

Eram aproximadamente 22:00 horas quando um jovem

começou a se dirigir para casa.

Sentado no seu carro, ele começou a

pedir:

- 'Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo.

Eu irei ouvi-lo.

Farei tudo para obedecê-lo'

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:

-

'Pare e compre um galão de leite'..

Ele balançou a cabeça e falou alto:

- 'Deus? É o Senhor?'.

Ele não obteve resposta e continuou

dirigindo-se para casa.

Porém, novamente, surgiu o pensamento:

-

'Compre um galão de leite'.

'Muito bem, Deus! No caso de ser o

Senhor, eu comprarei o leite'.

Isso não parece ser um teste de

obediência muito difícil...

Ele poderia também usar o leite.

O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.

Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:

- 'Vire naquela rua'.

Isso é loucura...

- pensou e, passou direto pelo retorno.

Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua..

No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.



Meio brincalhão ele falou alto

- 'Muito bem, Deus. Eu farei'.



Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia

parar.

Ele brecou e olhou em volta.

Era uma área mista de comércio e residência.

Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.

Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam

escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo:

- 'Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua'.

O jovem olhou a casa.

Ele começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se. -' Senhor, isso é

loucura.

Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?'.



Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.

Finalmente,ele abriu a porta.....

- ' Muito Bem, Deus, se é o Senhor,

eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas.

Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem.

Eu quero ser obediente.



Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem

imediatamente, eu vou embora daqui'.

Ele atravessou a rua e tocou a campainha..

Ele pôde ouvir um barulho vindo de

dentro, parecido com o choro de uma criança.

A voz de um homem soou alto:

- 'Quem está aí? O que você quer?'

A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.

Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.

Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.

- 'O que é?'.

O jovem entregou-lhe o galão de leite.

- 'Comprei isto para vocês'.

O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.

Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.



O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.



Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:

- 'Nós oramos..

Tínhamos muitas contas para pagar

este mês e o nosso dinheiro havia acabado.

Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.

Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.

Sua esposa gritou lá da cozinha:

- Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite...

Você é um anjo?'

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem..

Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face..

Ele teve certeza que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

...

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas
também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
“quebrei a cara muitas vezes”!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Bairro de Itaipú - Niterói/RJ

 
 
O Bairro de Itaipu, na cidade de Niterói, tem um museu de 
arqueologia que foi criado em 1977 e uma praia cercada de 
montanhas e dunas de areia.
 
Pela ponte Rio - Niterói, segue-se em direção à região 
litorânea e se chega à Itaipu que, em tupi guarani, 
quer dizer "pedra que canta". É uma das praias mais 
primitivas de Niterói, cercada de montanhas e dunas 
de areia.
 
Quem vier fazer este programão, além de curtir a beleza 
selvagem da praia de Itaipu, pode pagar apenas R$ 2 e 
conhecer um pouco da história da nossa terra num período 
bem anterior à chegada dos descobridores portugueses.
 
O MAI - Museu de Arqueologia de Itaipu - foi criado em 
1977 e funciona numa casa onde no século dezenove a 
igreja católica fazia recolhimento de mulheres que 
queriam seguir a vida religiosa. O museu está com a 
exposição "percursos do tempo - revelando Itaipu".
 
São ornamentos e peças de trabalho de povos que 
viveram aqui há milhares de anos. A mostra também 
tem esta canoa de século dezenove e pedaços de 
cerâmica com mais de 300 anos.
 
Se o tempo estiver bom, vale dar um mergulho nas 
águas límpidas da lagoa de Itaipu e depois comer 
aquela muqueca em um dos vários restaurantes que 
ficam na praia.
 
O próximo passo deste programão é pegar uma balsa, 
atravessar a lagoa de Itaipú em direção à camboinhas 
e conhecer uma tribo indígena tupi guarani.
 
A tribo tekoá mboy ty tecoá boitê, que significa 
semente, veio de Paraty Mirim em 2008 e se 
instalou nesta área que, segundo o cacique Darci 
Tupã, foi um grande cemitério indígena.
 
São 63 índios que vivem em 23 ocas. A aldeia 
tem escola, onde as crianças aprendem português 
e tupi guarani. E os visitantes podem comprar 
objetos artesanais e conhecer a vida desse povo 
preserva a sua história sem deixar de interagir 
com outras culturas. Não é a toa que os cântigos 
indígenas são acompanhados por rabeca e violão.
 
Museu de Arqueologia de Itaipu
Praça de Itaipu, s/n
Telefones: 3701-2994 / 3701-2966
 
Terça a sexta, das 10h às 17h.
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
Visitas orientadas: segunda a sexta, das 9h às 17h.
 
Ingresso: R$ 2,00 (meia entrada para estudantes)
 
Aldeia indígena de Camboinhas -Tribo Tekoá Mboy Ty
Contatos para visitação: cacique Darci Tupã – tel: 2619-2916
 
Restaurante Panela Furada
Praia de Itaipu, 5
Tels: 2609-4953 / 2609-6347 / 7835-6163 / 7814-6861
Email: restaurante@panelafurada.com.br

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O poço de superficialidades

O vazio em algumas pessoas, a falta de referencial provoca um fenômeno curioso e preocupante. Quando não se tem onde agarrar, quando falta o referencial para se depositar a fé, uma situação surge.. Alguns começam a tentativa de preencher esse espaço com as mais diversas coisas: Grupos musicais, cantores, lugares e etc (Alinetes, Valadetes, Viajantes sem rumo e vários outros). Tornam-se tão fisurados, tão exagarados nessa exaltação que chegam a ficar alienados e muitas vezes cansativos. Só falam daquilo, daquele assunto....Na verdade isso é uma tentativa de se sentir inserido no mundo, nos assuntos, até mesmo ter algum assunto para conversar com outros que vivem a mesma realidade e poder conversar com intensidade, viver algo com intensidade, por isso mesmo que exageram tanto, para terem a sensação que vivem algo com intensidade. Posso até cogitar que muitos desses estão em um estágio inicial de depressão, até mesmo porque muitos vivem em crises constantes e quanto mais se afundam nesses superficialidades, mais mergulham em um poço de lama. Pessoas tão legais, mais completamente perdidas, sem foco, sem saber onde pisar. Triste!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Belo Horizonte tem riqueza histórica, natureza abundante, sem falar na saborosa culinária

Belo Horizonte (MG) - Considerada por alguns como a cidade que oferece a melhor qualidade de vida da América Latina, com 32 m2 de área verde por habitante, Belo Horizonte é calma e organizada, diferentemente da agitação que é, às vezes, São Paulo e Rio de Janeiro. Fundada em 1897, nas primeiras horas da República, a capital das Minas Gerais, planejada, limpa e bem policiada, exibe sua modernidade em vários pontos da cidade.




Belos jardins e fontes destacam-se na Praça da Liberdade, no Centro, que ainda é rodeada pelo Palácio da Liberdade, antiga sede do governo do estado, e abriga o Edifício Niemeyer


As jóias da arquitetura modernista, projetadas por Oscar Niemeyer, são um excelente exemplo disso, e um contraste interessante e agradável com as cidades barrocas do estado. Belo Horizonte é quase uma cidade de passagem, mas os que por ali passam e se detém, ficam agradavelmente surpresos com o que a cidade tem a oferecer em termos de cultura e gastronomia. BH, para os íntimos, tem ainda excelente vida noturna, sendo considerada a cidade brasileira com maior número de bares por habitante. Além de tudo isso, ainda pode se orgulhar de sua mais simpática característica: a hospitalidade do seu povo.


UM POUCO DE HISTÓRIA


Belo Horizonte surgiu do antigo sonho, desde o tempo da Inconfidência, de mudar a capital do estado, antiga Vila Rica (atual Ouro Preto), num local mais moderno e condizente com a grandeza do estado. Após longos debates no Congresso Mineiro, decidiu-se, em 1893, construir a capital do Estado de Minas Gerais na região do Curral Del Rei, já habitada desde o início do século XVIII. A capital, inicialmente chamada de 'Cidade de Minas', foi inaugurada em 12 de dezembro de 1897.

O QUE FAZER E VER


MUSEU DE ARTES E OFÍCIOS. Pça Rui Barbosa. Tel.: (31) 3248-8600. Ter, qui e sex,12h/19h; qua,12h/21h; sáb, dom e feriados, 11h/17h. R$ 4 e R$ 2. (qua, 17h/ 21h e sáb: entrada gratuita para todos). Inaugurado em 2006, o museu, primeiro do gênero no Brasil, ocupa uma parte da Estação Ferroviária (1924), elegante estação central de Belo Horizonte, ainda em funcionamento. O museu convida a uma impressionante imersão no mundo pré-industrial. São 2.200 peças e utensílios de diversas profissões brasileiras desde o séc. XVIII (cerâmica, carpintaria, ourivesaria...).

PARQUE MUNICIPAL. Av. Afonso Pena. Tel.: (31) 3277-4467. Ter a dom, 6h/18h. Tão antigo quanto a cidade, o Parque Municipal é um dos maiores parques de Belo Horizonte e é bastante frequentado. Tem um orquidário, jardins e lago. Na entrada do parque está o Palácio das Artes, principal centro cultural da cidade, com teatro, cinema, galerias de arte e cafeteria.

MERCADO CENTRAL. Av. Augusto de Lima 744. Tel.: (31) 3274-9434. Seg a sab, 7h/18; dom, 7h/13h. O mercado ocupa um prédio de 1929. Tem galinha, aquário, papagaio, cestaria, artesanato, flores, queijos, cachaças, carnes, legumes, plantas medicinais e etc. O ambiente é animado e perfumado. Aproveite para almoçar por lá.

PRAÇA DA LIBERDADE. Com seus belos jardins e fontes, a praça constitui o centro administrativo da cidade. Ao redor, fica o Palácio da Liberdade, sede do governo do estado. Sua decoração lembra algumas edificações francesas. A praça abriga também o Edifício Niemeyer (1954), com seu famoso desenho que parece uma ameba e é conhecido como o Copan de BH. Aos domingos, a praça fica bastante animada quando tem shows de música.


MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E JARDIM BOTÂNICO. R. Gustavo da Silveira 1035, Santa Inês. Tel.: (31) 3482-9723. R$ 3. Ter a sex, 8h/11h30 e 13h/16h; sáb e dom, 10h/16h. O museu tem um acervo formado por coleções de mineralogia, arqueologia, botânica e paleontologia. Visite também o Jardim Botânico, suas estufas, sementeiras e horto.


MUSEU HISTÓRICO ABÍLIO BARRETO. Av. Prudente de Morais 202, Cidade Jardim. Tel.: (31) 3277 -8573. Ter a dom, 10h/17h; qui, 10h/20h. Possui um pequeno acervo com coleções de pinturas, esculturas, artes decorativas, fotos e objetos do séc. XIX. O anexo acolhe exposições temporárias e uma interessante apresentação, com fotos e mapas, da história da cidade. O coração do museu, a Fazenda do Leitão (1883), de arquitetura típica das fazendas coloniais das Minas Gerais, abriga diversos objetos de época (arte sacra, uniformes, armas). No jardim estão expostos um antigo bonde e uma locomotiva à vapor, utilizada na época da fundação de Belo Horizonte.

PAMPULHA

Fica a 12 km ao norte do centro de Belo Horizonte. É melhor ir de carro ou de táxi para visitar os diferentes locais. A lagoa artificial de Pampulha foi criada entre 1940 e 1942, a pedido de Juscelino Kubitschek, então prefeito da cidade, e encomendada aos melhores profissionais da época, no Brasil: o arquiteto Oscar Niemeyer, o paisagista Burle Marx, o pintor Cândido Portinari, os escultores Ceschiatti, Zamoiski e Pedrosa. A lagoa não se presta a atividades náuticas e o passeio é feito em torno dela, pela Av. Octacílio Lima. O conjunto compreende um jardim botânico e um parque ecológico.

MUSEU DE ARTE DE PAMPULHA. Av. Otacílio Negrão de Lima 16.585, Pampulha. Tel.: (31) 3277 -7946. Ter a dom, 9h/19h. Elegante, o prédio mistura linhas horizontais e verticais, curvas e ângulos retos. A grande janela envidraçada distribui generosamente a luz natural. Construído inicialmente para ser um cassino, foi convertido em museu depois da proibição oficial do jogo (1946). O museu apresenta coleções de arte contemporânea e acolhe regularmente, exposições temporárias.

IGREJA SÃO FRANCISCO DE ASSIS. Av. Otacílio Negrão de Lima s/n°, Pampulha. Tel.: (31) 3427 -1644. R$ 2. Para maiores de 65 anos: R$ 1. Esta jóia, assinada por Niemeyer, é um dos símbolos do modernismo brasileiro. Pousada na margem direita da lagoa de Pampulha, a igreja, com sua delicada e curvilínea silhueta, coberta de cerâmica azul, surpreende por sua pequena estatura. No interior, 14 painéis representam a via sacra e a vida de São Francisco de Assis, pintados por Cândido Portinari. A área em torno da capela tem jardins projetados por Burle Marx.


CASA DO BAILE. Av. Otacílio Negrão de Lima 751, Pampulha. Tel.: (31) 3277-7443. Ter a dom, 9h/19h. Inaugurada em 1943, a casa sediou, durante muitos anos, as festas da elite de BH. Sua fachada é interessante, pois sugere a continuidade da lagoa. Atualmente, é um anexo do Museu de Arte de Pampulha.


IATE TÊNIS CLUBE. Av. Otacílio Negão de Lima 1350, Pampulha. Tel.: (31) 3490-8400. Ter a sex, 8h/18h. A estrutura original é tombada pelo patrimônio estadual e nacional. O paisagismo é de Burle Marx e tem um painel produzido pelo artista Cândido Portinari.

PASSEIO A SABARÁ

A 20 km da capital mineira. Esta grande vila adormecida à sombra de Belo Horizonte esconde suntuosas igrejas barrocas, que vale a pena conhecer, entre outros monumentos igualmente interessantes.

IGREJA Nª Sª DO ROSÁRIO DOS PRETOS (SÉC XVIII). Olhando as ruínas da igreja, não dá para imaginar o que há por trás das paredes de pedra sem reboco, a céu aberto. A obra foi abandonada no meio da construção, quando foi declarada a abolição da escravatura, em 1888. A muralha protege antiga capela de taipa, de 1713. Na sacristia está o Museu de Arte Sacra, com peças dos séculos XVIII e XIX.


IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE NªSª DO CARMO (1763 - 1818). Ter a sáb, 9h/11h30, 13h/17h30. Dom, 13h/17h. Trata-se da única igreja de Sabará onde Aleijadinho contribuiu, com a execução do frontispício.

MUSEU DO OURO. Ter a dom, 12h/17h. Antiga Casa de Intendência e Fundição, o Museu do Ouro é um belo e autêntico exemplar da arquitetura colonial do século XVIII. O museu expõe incrível coleção de móveis, peças religiosas e utensílios ligados ao trabalho de mineração (ferramentas, cofres, balanças...).

IGREJA MATRIZ DE NªSª DA CONCEIÇÃO (1710). 9h/17h. Fim de semana, 9h/12h e 14h/17h. A fachada construída em pedra e cal guarda um interior suntuoso, com talhas douradas nos altares, nas colunas e nos arcos. Belíssimos, também, os detalhes orientais no retábulo dourado e vermelho da Capela do Santíssimo. A pia batismal, em pedra sabão, é obra de Aleijadinho.

IGREJA DE NªSª DO Ó (1720). 9h/17h. Fim de semana, 9h/12h e 14h/17h. A igreja de Nossa Senhora do Ó em Sabará é pequena e tem uma aparência singela, com a sua fachada simples. No interior, é esplendorosa, com uma decoração riquíssima. Suas talhas douradas são uma das obras primas da arte barroca das Minas Gerais. As pinturas, com temas chineses em ouro, sobre vermelho e azul, lembram as lacas do oriente.

COMPRAS

FEIRA DE ARTE E ARTESANATO. Av. Afonso Pena. Dom, 8h/14h. Com 3 mil expositores e 80 mil visitantes, é o mais importante mercado de rua da América Latina. Lá se vende de tudo: bijuterias, enxoval para bebê, objetos de decoração, sapatos, roupas, entre tantas outras coisas.

FEIRA DE TOM JOBIM. Avenida Bernardo Monteiro, Centro. A feira acontece aos sábados, com 85 expositores que vendem antiguidades e vários outros objetos, além das comidas e bebidas típicas.

NOITE

A vida noturna em Belo Horizonte é bastante animada. As opções vão desde shows e boates até a mais tradicional música ao vivo. Há uma infinidade de bares por lá. O centro é zona boêmia, enquanto a Savassi é tradicional ponto de encontro. Cafés, restaurantes, choperias e pubs movimentam também os bairros de São Pedro, Santo Antonio e Lourdes

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